MERCADO FARMACÊUTICO.

 

Ficha técnica
Setor da economia: terciário
Ramo de atividade: comércio
Principais produtos e serviços: medicamentos em geral, compostos químicos, cosméticos, produtos de higiene pessoal etc.

Histórico
Houve época que na pessoa do sacerdote estavam embutidos o médico, o farmacêutico e o psicólogo, dentre outros. Era o início das ciências da saúde. Em 1240, a farmácia foi separada oficialmente da medicina por um edital de Frederico II, imperador da Prússia, que estabeleceu na mesma época um código de ética profissional. Até pouco tempo atrás existiam farmácias com seus profissionais farmacêuticos habilitados, que formavam um vínculo de confiança na relação médico-farmacêutico-paciente. Hoje o que se vê é a separação entre os dois profissionais, fazendo com que se sintam distantes entre si e até mesmo se desconheçam profissionalmente. Como a tendência atual aponta para o retorno ao atendimento personalizado, o que se preconiza é o retorno à figura do sacerdote-médico-farmacêutico-psicólogo. Assim, hoje a farmácia tem por objetivo a promoção da saúde através da personalização da relação de confiança entre médico-farmacêutico-paciente.

Mercado
Depois do Plano Real, com a estabilidade da moeda, muita gente que antes consumia menos medicamentos, passou a cuidar um pouco mais da saúde. Segundo a Abifarma, pelo menos 20 % da população da faixa E passou a consumir mais medicamentos. Stress, hábitos alimentares incorretos, poluição, doenças do trabalho, são problemas que levam cada vez mais gente às farmácias em busca de medicamentos e asssociam-se à abertura da economia brasileira, trazendo como conseqüência um apelo aos produtos importados, fortalecendo um mercado que cresce a ritmo acelerado no Brasil: o das vitaminas e suplementos alimentares. Segundo a Abifarma, existe um enorme potencial de crescimento para produtos farmacêuticos, considerando que o mercado consumidor real no Brasil é de apenas 30 milhões para uma população de 150 milhões, isso porque só entra nesse mercado consumidor quem ganha mais de quatro salários mínimos. E este mercado ainda não está saturado.

Localização
Para abrir uma farmácia, é fundamental a escolha adequada do ponto. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a área de abrangência de atendimento de uma drogaria deve ter pelo menos 10 mil clientes potenciais. Portanto, deve-se pesquisar bem antes de adquirir ou alugar um imóvel e verificar quantas farmácias existem na região a fim de conhecer o tamanho de sua concorrência. Lembre-se que a boa rentabilidade é resultado de uma conjunção de fatores que envolve principalmente o local em que foi instalado o estabelecimento. Locais de grande densidade populacional são ideais, mas não esqueça que existem exigências e restrições à instalação de farmácias e drogarias.

Estrutura
A estrutura básica deve contar com uma área bem arejada e clara, dividida em espaços para o estoque, recepção do cliente e aplicação de injeções etc.

Equipamentos
- Balcões;
- Pratileiras;
- Vitrines;
- Computadores;
- Móveis;
- Materiais e equipamentos hospitalares em geral etc.

Investimentos
Os investimentos variam de acordo com a estrutura a ser montada pelo empreendedor, podendo ficar em torno de R$ 100.000,00.

Mão de obra
O número de funcionários irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento. Para começar, pode-se contar com: dois balconistas, um farmacêutico e o dono, que deve se responsabilizar pela parte administrativa.
De acordo com conselhos regionais de farmácia (CRF), um número considerável de atendentes de drogarias e farmácias não tem sequer o 1º Grau completo e muitos deles chegam até a indicar e vender medicamentos controlados, caracterizando uma situação que assusta e preocupa os conselhos. A Organização Mundial de Saúde estabelece que o ideal é que haja um farmacêutico para cada 10 mil habitantes.

Conhecendo a concorrência
Visitar as drogarias da região onde se pretende montar o negócio, para pesquisar preço, atendimento e tipo de serviço oferecido pela concorrência é muito importante.

Estocagem
Os fiscais da Vigilância Sanitária e do CRF constataram, em todas as farmácias vistoriadas, que os psicotrópicos e entorpecentes estavam estocados em armários abertos, quando é obrigatório que esses medicamentos estejam em armários fechados com chave e somente abertos quando o cliente apresenta o receituário de cor azul. Desta forma o cuidado com a estocagem dos medicamentos é fundamental.

Produtos
Basicamente, os produtos comercializados consistem em medicamentos monitorados, medicamentos liberados, artigos de higiene pessoal, artigos de perfumaria, linha hospitalar, fraldas etc.

Clientela
Deve-se pesquisar hábitos dos futuros clientes para traçar melhor o perfil do estabelecimento e, com base nessas informações, formar o estoque inicial básico.

Novidade
Hoje o cliente de uma farmácia pode contar com a preciosa ferramenta da internet. Através de farmácias on line o internauta pode comprar diversos produtos, de saúde a artigos de beleza. O Farmasite, por exemplo, possui um mecanismo de busca de medicamentos e uma biblioteca on line sobre temas de saúde, onde o internauta pode avaliar seu estado de saúde.

Lembrete importante
As irregularidades mais graves observadas neste setor são: falta de alvará; falta de farmacêutico; falta de inscrição estadual; falta de registro no CRF; falta de cumprimento das normas técnicas da Vigilância Sanitária. As multas para essas infrações variam entre 450 a 900 UFIR.

Nicho de mercado
Um novo tipo de farmácia esta surgindo no mercado, as farmácias especializadas em medicamentos genéricos, medicamentos estes mais baratos e que, consequentemente, atrairão um número maior de consumidores.

Legislação específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
- registro na Junta Comercial;
- registro na Secretária da Receita Federal;
- registro na Secretária da Fazenda;
- registro na Prefeitura do Município;
- registro no INSS; somente quando não tem o CNPJ – pessoa autônoma - registro no Sindicato Patronal;
- alvará da Vigilância Sanitária;
- responsável técnico habilitado;
- registro no Ministério da Saúde.

O novo empresário deve procurar a Prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização) e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o Procon para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).
Algumas leis que o futuro empreendedor deve conhecer:
- LEI Nº 6.360/76. Dispõe sobre a vigilância sanitária a que ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos, e outros produtos, e dá outras providências.
- LEI Nº 9.787/99. Altera a Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, que dispõe sobre a vigilância sanitária, estabelece o medicamento genérico, dispõe sobre a utilização de nomes genéricos em produtos farmacêuticos e dá outras providências.
- LEI Nº 3.820/60. Cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Farmácia e dá outras providências. O artigo 24 desta Lei pede que as empresas que atuam neste ramo provem perante os conselhos Federal e regionais que as atividades sejam exercidas por profissionais habilitados e registrados. (O Conselho Regional de Farmácia do Espírito Santo pede que este profissional atue no mínimo três horas por dia na farmácia).
- LEI Nº 9.120/95. Altera dispositivos da Lei nº 3.820, de 11 de novembro de 1960, que dispõe sobre a criação do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Farmácia, e dá outras providências.
- LEI Nº 5.991/73. É a Lei que rege as farmácias, a mesma que define drogaria como sendo o estabelecimento que só vende remédios sem manipulá-los e farmácia como estabelecimento que, além de vender, manipula remédios.
- LEI Nº 9.782/99. Cria a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, orgão fiscalizador.

Registros Necessários:
- Conselho Regional de Farmácia
Documentos necessários para o registro de farmácias:
- 01 (uma) cópia autenticada do laudo de vistoria prévia;
- 01 (uma) cópia autenticada do contrato social de constituição de forma coletiva ou individual;
- Caso ocorra alguma alteração contratual, 01(uma) cópia autenticada de cada alteração;
- 01 (uma) cópia autenticada do CNPJ (CGC) da firma;
- 01 (uma) cópia autenticada da inscrição estadual;
- 01 (uma) cópia da Carteira de Trabalho página da foto e verso, página da contratação ou contrato de prestação de serviço com firma reconhecida em cartório;
- 01 (uma) copia autenticada do laudo de vistoria prévia;
Declaração de horário de funcionamento da firma, feito em papel timbrado, carimbo do CGC, assinatura do proprietário e duas testemunhas com firmas reconhecidas em cartório.
As taxas só serão emitidas após apresentação da documentação acima citada, através de boleto expedido pelo CRF. Mais informações podem ser obtidas no Conselho Regional de Farmácia do seu Estado.

Entidades
ABCFARMA - Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico
Rua Santa Isabel, 160 - 5º andar - Vila Buarque - São Paulo - (SP)
01221-010
Tel. (11) 223 8677

ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária
SEPN, 515 - Bl.b - Ed. Omega - Brasília - (BR)
70770-502
Tel. (61) 448 1327

Estatísticas Sobre Farmácia - Dezembro de 2005

 

TOTALIZAÇÃO DE FARMÁCIAS E DROGARIAS NO BRASIL
POR CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA
EM DEZEMBRO DE 2005

CRF

TOTAL

AL

923

AM/RR

634

BA

3.725

CE

1.982

DF

1.029

ES

1.434

GO

2.384

MA

2.280

MG

8.297

MS

1.187

MT

1.454

PA/AP

1.877

PB

1.365

PE

2.664

PI

1.124

PR

4.945

RJ

5.903

RN

1.355

RO/AC

685

RS

5.734

SC

3.281

SE

324

SP

19.074

TO

529

TOTAL

74.189

 Os Problemas do Mercado Farmacêutico

Os produtos farmacêuticos só deveriam ser utilizados de acordo com receita de médico ou de cirurgião-dentista.
A tarja vermelha e a tarja preta do rótulo do produto obrigam a comercialização mediante receita, porém, no país, mais da metade dos produtos consumidos que têm tarja vermelha são vendidos sem prescrição (receita).
Até o uso de produtos que podem ser adquiridos sem receita (os de venda livre) tem riscos e deveria ter orientação de um profissional de saúde.
Exemplos das conseqüências do uso indiscriminado de produtos farmacêuticos:
• Analgésicos – hemorragia digestiva, diminuição das defesas do organismo;
• Antiinflamatórios – só deveriam ser usados no tratamento de doenças crônicas graves; não se justifica seu emprego em problemas comuns; podem provocar efeitos colaterais no estômago e intestinos, e piorar a situação de quem tem asma;
• Produtos para tosse e resfriado – contêm várias substâncias com efeitos opostos, de valor duvidoso, sendo inúteis;
• Antibióticos – aparecimento de bactérias cada vez mais resistentes aos tratamentos;
• Produtos para emagrecer – distúrbios cardiovasculares, transtornos psiquiátricos, dependência e até risco de vida.
• Anticoncepcionais – as mulheres jamais devem tomar pílulas sem exame e acompanhamento médico pois podem causar complicações cardiovasculares (tromboses), entre outras.

 

Apoiar os vencedores no desenvolvimento de novos medicamentos

As ciências emergentes como a genómica (o estudo de todos os genes num organismo) e a proteómica (a análise sistemática de perfis de proteínas) são fundamentais para manter o crescimento no sector farmacêutico. O desenvolvimento destas novas áreas irá aumentar o número de alvos de medicamentos de muitas centenas para dezenas de milhar. Igualmente, a capacidade de dirigir medicamentos à composição genética de doentes individuais tem implicações profundas para as estratégias de desenvolvimento e para os processos de negócio. A importância disto reflecte-se no facto de cerca de 10% a 20% dos orçamentos das grandes empresas farmacêuticas para I&D estar actualmente dedicado à genómica.

Para explorar o potencial comercial destes métodos, a indústria farmacêutica tem que:

optimizar a gestão de grandes volumes de dados complexos
melhorar a gestão da carteira por forma a identificar melhor os medicamentos candidatos com maior probabilidade de sucesso comercial

Solução da indústria:

As empresas farmacêuticas têm que adoptar novas tecnologias, novos processos e colaborações, por forma a deslocar a sua concentração na aquisição de dados para a gestão do conhecimento. Os novos métodos de e-investigação irão necessitar de ferramentas especializadas.

As empresas farmacêuticas irão necessitar de adoptar novas formas de trabalhar que incorporem:

Software e ferramentas de análises de dados para optimizar a eficácia da força de vendas, incluindo a definição e gestão de clientes, monitorização da utilização, modelos de previsão do comportamento de prescrição e a integração de dados sobre o mercado críticos para a missão
Redes de alianças de investigação para assegurar acesso a novas tecnologias genéticas e investigação
Cientistas investigadores a trabalhar em colaboração como equipas virtuais de descoberta de medicamentos
Ferramentas e processos estandardizados distribuídos através de portais de descoberta de medicamentos, por exemplo, mapas de genes e bases de dados sequenciais e bases de dados de populações que relacionem a doença com o tipo de gene

Benefícios:

Maior enfoque comercial:

A carteira de desenvolvimento será comandada por oportunidades e prioridades comerciais.

Melhor informação de gestão:

Os gestores de carteiras utilizarão ferramentas integradas de tomada de decisão.

Processo mais rápido:

O desenvolvimento clínico será alimentado por investigação de base melhor direccionada.

Redução dos custos e do investimento não produtivo:

Minimiza as recolhas de produtos relacionadas com questões de segurança
Eliminação precoce de compostos potencialmente perigosos e ineficientes, resultando numa taxa de insucesso mais baixa durante o desenvolvimento clínico
Melhor eficácia dos medicamentos ao identificar grupos de doentes (tipo de gene) que terão maior probabilidade de resposta.
Redução no custo da I&D clínica e do tempo para lançamento no mercado devido a testes clínicos mais reduzidos com menos doentes.

Setor Farmacêutico

      A economia da Internet está a alterar rapidamente a face da indústria farmacêutica e a fornecer novas soluções através da Web para resolver muitas questões de negócio e de cuidados de saúde. Está a melhorar processos de negócio, como a facturação e as compras, a aumentar a produtividade das vendas, do marketing e da I&D e a reduzir os custos operacionais em toda a organização. A qualidade dos cuidados aos doentes está a melhorar, à medida que a Internet, novo software e a capacidade alargada de grandes bases de dados digitais estão a ser utilizados para diagnosticar e tratar doentes. Maior eficácia da I&D – testes clínicos através da Web e maior partilha de informação terão um impacto fundamental na redução dos ciclos de I&D farmacêuticos.

     Ciências emergentes, como a genómica e a proteómica irão aumentar o número de alvos de medicamentos de várias centenas para dezenas de milhar, pelo que as aplicações da Internet irão optimizar grandes volumes de dados complexos e irão ajudar a identificar melhor medicamentos candidatos. Faça a Internet resultar para a sua empresa - passar de uma organização farmacêutica tradicional para um e-business com aplicações da Web, requer um repensar dos modelos de negócio existentes. Envolve estar mais ligado e mais flexível para reagir mais rapidamente às mudanças. Já não se coloca a questão de quando é que a Internet irá ter impacto sobre o negócio das farmacêuticas, mas como é que a indústria irá adoptar a tecnologia para tirar o maior benefício da Internet, simplificar e introduzir inovações nos processos de negócio, simplificar e melhorar a experiência da cadeia de valor da saúde.

Acelerar a Investigação e o Desenvolvimento (I&D) clínicos

O processo de testes clínicos é longo, dispendioso e complexo. Mas, demonstrar a segurança e eficácia de um medicamento e obter uma licença para o vender é uma componente obrigatória do desenvolvimento de medicamentos. O processo é influenciado pelas necessidades dos doentes, dos fornecedores de cuidados de saúde, dos médicos, dos organismos regulamentares e das empresas farmacêuticas e é restringido por regulamentação legal e ética extensiva.

A procura de recursos, tanto em termos de doentes voluntários, investigadores clínicos de elevada qualidade (médicos e enfermeiros) como de capacidade de processamento de dados (humanos e técnicos), está actualmente a pressionar a capacidade existente na indústria até aos seus limites.

A situação é crítica e a indústria enfrenta:

Pressão sobre os custos, com os governos a reduzirem os orçamentos para a saúde
Pressão para satisfazer as expectativas dos accionistas Em reposta, as empresas farmacêuticas mais importantes pretendem triplicar o número de produtos postos no mercado por ano nos próximos cinco anos
Pressão dos avanços em investigação de base e descobertas tecnológicas, que oferecem o potencial para aumentar o fluxo de medicamentos candidatos para a fase de testes clínicos por um factor entre 10 e 50.

No outro extremo do desenvolvimento, o lado regulamentar e comercial do negócio está sob pressão para efectuar mais lançamentos de produtos com sucesso no mercado. O progresso na resolução dos problemas de I&D está a ser dificultado por:

O ‘efeito de silo’ nas grandes empresas farmacêuticas,
uma falta de definições estandardizadas de dados,
fraca integração de processos e sistemas,
abordagem conservadora das componentes clínicas e reguladoras do sector farmacêutico às novas tecnologias.

Existe um certo número de soluções pontuais, mas estas não abarcam as necessidades das grandes organizações, nem se dirigem ao desafio à escala da indústria.

As Soluções de Negócios da Internet e o modelo de fornecedor de serviços aplicacionais (ASP) poderiam fornecer a plataforma para uma solução e fornecer serviços integrados de e-I&D. A aplicação destas tecnologias tem potencial para melhorar grandemente:

instalação de um programa e estudo clínico, por exemplo, desenho e construção automática de protocolos, simulação;
condução do estudo (por exemplo, recrutamento online de investigadores e doentes, gestão de dados electrónica, integração de aparelhos médicos, gestão de fornecimentos online, gestão de segurança e reporte em tempo real);
controlo da gestão do projecto (por exemplo reporte baseado na Web sobre dados do estudo e medidas de performance);
e-learning (por exemplo módulos para Boa Prática Clínica, formação relacionada com os estudos, conhecimentos na área terapêutica)

Benefícios:

Maior rapidez na introdução no mercado:

conseguida através de reduções significativas nos intervalos de recrutamento de clientes e gestão de dados mais eficiente.

Contenção de custos:

conseguida através da redução da repetição do trabalho para um único teste e poupanças internas no desenvolvimento de sistemas.

Melhor produtividade:

conseguida pela reutilização de redes standard, sites de estudos e processos entre vários testes que libertarão mais rapidamente pessoal importante.

Decisões mais rápidas e melhor fundamentadas

conseguidas através da implementação do acesso aos dados em tempo real baseado na Web, para uma tomada de decisões rápida e para o reporte de gestão do projecto.